terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
1º encontro da Equipe da EMEF Presidente Roosevelt - 2013
Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso medo profundo é que sejamos desmesuradamente poderosos. É a nossa luz, não a nossa escuridão o que mais nos amedronta. Nós nos perguntamos:
"Quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso, fabuloso?" Na verdade quem é você para não ser?
Agir pequeno não ajuda o mundo. Não há nada de edificante em diminuir-se a fim de que as outras pessoas não se sintam perto de você. Nós todos fomos feitos para brilhar como as crianças Nós nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. E, na medida em que deixamos a nossa própria luz brilhar, inconscientemente estamos dando permissão para que outras pessoas façam o mesmo. Na medida em que nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta outros.
Nelson Mandela
domingo, 17 de fevereiro de 2013
“O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele.”
Paulo Freire colaborou como
poucos na reflexão do homem e seu compromisso com a sociedade. Esta agitação de
ser homem é pensado no seu percurso reflexivo que permite ser objetivado na
medida em que, é passível de chegar aos espaços de formação de educadores, quer
na formação inicial, quer na formação em serviço, a fim de torná-los capazes de
transformações necessárias às práticas educativas e pedagógicas.
Influenciado por esses ideais,
Freire (1983, p.p. 94-97), aponta matrizes necessárias para conquistar ou chegar
à práxis através do diálogo.
São elas:
1. O amor ao mundo e aos homens
como um ato de criação e recriação.
2. A humildade, como qualidade
compatível com o diálogo.
3. A fé, como algo que se deve
instaurar antes mesmo que o diálogo aconteça, pois o homem precisa ter fé no
próprio homem. Não se trata aqui de um sentimento que fica no plano divinal,
mas de um fundamento que creia no poder de criar e recriar, fazer e refazer,
através da ação e reflexão.
4. A esperança, que se
caracteriza pela espera de algo que se luta.
5. A confiança, como consequência
óbvia do que se acredita enquanto se luta.
6. A criticidade, que percebe a
realidade como conflituosa, e inserida num contexto histórico que é dinâmico.
O modelo de educação proposto por
Paulo Freire se diferencia da educação tradicional, pois abomina dentre outras
coisas a dependência dominadora, que inclui dentre outras a relação de dominação
do educador sobre o educando.
Na ação educativa libertadora,
existe uma relação de troca horizontal entre educador e educando exigindo-se
nesta troca, atitude de transformação da realidade conhecida. É por isso, que a
educação libertadora é acima de tudo uma educação conscientizadora, na medida
em que além de conhecer a realidade, busca transformá-la, ou seja, tanto o
educador quanto o educando aprofundam seus conhecimentos em torno do mesmo
objeto cognoscível para poder intervir sobre ele.
Neste sentido, quanto mais se
articula o conhecimento frente ao mundo, mais os educandos se sentirão
desafiados a buscar respostas, e consequentemente quanto mais incitados, mais
serão levados a um estado de consciência crítica e transformadora frente à
realidade. Esta relação dialética é cada vez mais incorporada na medida em que,
educadores e educandos se fazem sujeitos do seu processo.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Programa Saúde da Escola
O Programa Saúde na Escola (PSE) visa à integração e
articulação permanente da educação e da saúde, proporcionando melhoria da
qualidade de vida dos educandos.
O PSE tem como objetivo contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção da saúde, de prevenção de doenças e agravos à saúde e de atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens da rede pública de ensino.
O público beneficiário do PSE são os estudantes da Educação Básica, gestores e profissionais de educação e saúde, comunidade escolar e, de forma mais amplificada, estudantes da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
As ações de educação e saúde do PSE ocorrerão nos Territórios pactuados entre os gestores municipais de educação e de saúde definidos segundo a área de abrangência das Equipes de Saúde da Família (Ministério da Saúde), tornando possível a interação entre os equipamentos públicos da saúde e da educação (escolas, centros de saúde, áreas de lazer como praças e ginásios esportivos, outros).
As ações do PSE devem estar pactuadas no projeto político-pedagógico das escolas. Esse planejamento deve considerar: o contexto escolar e social e o diagnóstico local de saúde do educando.
O PSE foi constituído por cinco componentes:
a) Avaliação das Condições de Saúde das crianças, adolescentes e jovens que estão na escola pública;
b) Promoção da Saúde e ações de Prevenção de doenças e de agravos à saúde. O Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) integra-se a esse componente ;
c) Educação Continuada e Capacitação dos Profissionais da Educação e da Saúde e de Jovens;
d) Monitoramento e Avaliação da Saúde dos Estudantes;
e) Monitoramento e Avaliação do Programa.
Mais do que uma estratégia de integração das políticas setoriais, o PSE se propõe a ser um novo desenho da política de educação e saúde uma vez que:
(1) trata a saúde e educação integrais como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos;
(2) permite a progressiva ampliação das ações executadas pelos sistemas de saúde e educação com vistas à atenção integral à saúde de crianças e adolescentes; e
(3) promove a articulação de saberes, a participação de estudantes, pais, comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle social da política pública.
O PSE tem como objetivo contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção da saúde, de prevenção de doenças e agravos à saúde e de atenção à saúde, com vistas ao enfrentamento das vulnerabilidades que comprometem o pleno desenvolvimento de crianças e jovens da rede pública de ensino.
O público beneficiário do PSE são os estudantes da Educação Básica, gestores e profissionais de educação e saúde, comunidade escolar e, de forma mais amplificada, estudantes da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica e da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
As ações de educação e saúde do PSE ocorrerão nos Territórios pactuados entre os gestores municipais de educação e de saúde definidos segundo a área de abrangência das Equipes de Saúde da Família (Ministério da Saúde), tornando possível a interação entre os equipamentos públicos da saúde e da educação (escolas, centros de saúde, áreas de lazer como praças e ginásios esportivos, outros).
As ações do PSE devem estar pactuadas no projeto político-pedagógico das escolas. Esse planejamento deve considerar: o contexto escolar e social e o diagnóstico local de saúde do educando.
O PSE foi constituído por cinco componentes:
a) Avaliação das Condições de Saúde das crianças, adolescentes e jovens que estão na escola pública;
b) Promoção da Saúde e ações de Prevenção de doenças e de agravos à saúde. O Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) integra-se a esse componente ;
c) Educação Continuada e Capacitação dos Profissionais da Educação e da Saúde e de Jovens;
d) Monitoramento e Avaliação da Saúde dos Estudantes;
e) Monitoramento e Avaliação do Programa.
Mais do que uma estratégia de integração das políticas setoriais, o PSE se propõe a ser um novo desenho da política de educação e saúde uma vez que:
(1) trata a saúde e educação integrais como parte de uma formação ampla para a cidadania e o usufruto pleno dos direitos humanos;
(2) permite a progressiva ampliação das ações executadas pelos sistemas de saúde e educação com vistas à atenção integral à saúde de crianças e adolescentes; e
(3) promove a articulação de saberes, a participação de estudantes, pais, comunidade escolar e sociedade em geral na construção e controle social da política pública.
Palavras-chave: saúde, escola
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Conae 2014: Mercadante conclama sociedade a lutar por 100% dos royalties, piso nacional e educação de qualidade
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no lançamento da II Conferência Nacional de Educação (Conae) 2014,
a necessidade de destinar 100% dos royalties das novas concessões de exploração
de petróleo para o setor. Em seu discurso na solenidade, na qual assinou a
portaria ministerial de convocação da conferência, Mercadante reiterou que a medida
é imprescindível para garantir que o Plano Nacional da Educação (PNE), aprovado
pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado, saia efetivamente do
papel.
por unanimidade sem que haja fonte de financiamento”, destacou. “É
ingenuidade pensar que os prefeitos vão passar o investimento em educação de
25% para 50% do orçamento dos municípios, comprometendo os outros setores, como
saúde e segurança. Se temos algum compromisso com o PNE, temos que indicar a
fonte. E qual é esta fonte? São os royalties do petróleo.” O ministro declarou ainda
que a presidenta Dilma Rousseff tomou uma decisão histórica com a medida
provisória determinando a destinação dos recursos.
Mercadante também conclamou os representantes do Fórum Nacional da
Educação (FNE) presentes, e também os movimentos sociais, a pressionar o
Congresso pela aprovação rápida do PNE, uma vez que, após o recesso, Senado e
Câmara só retomam o funcionamento normal em março. “Estive muito tempo naquela
Casa [Senado] para saber que votação de lei é igual a iogurte: tem prazo de
validade”, comentou o ministro.
“Esta conferência se realiza num momento histórico da educação no
Brasil. É a conferência que mais mobiliza a sociedade brasileira, que mais
estimula a participação. E por isso pode contribuir com a aprovação do PNE –
que teve uma tramitação muito lenta na Câmara, de um ano e meio – o mais
rapidamente possível”, enfatizou. “Sem mobilização não tem educação de
qualidade.”
Piso nacional
A fonte de recursos para a educação é fundamental, conforme Mercadante,
também para garantir a aplicação do piso nacional do magistério. O ministro já
tinha inclusive encerrado sua fala quando vez questão de retomar a palavra para
enfatizar a necessidade de valorização da categoria.
“Entendo que foi muito pesado para os municípios um reajuste de 22%.
Mas, ao mesmo tempo, o piso nacional equivale a dois salários mínimos. Não
podemos ter uma educação de qualidade se o salário inicial não for atrativo
para que os alunos busquem os cursos de licenciatura e se interessem pela
carreira. Temos essa luta também no Congresso. Limitar o reajuste do piso ao
INPC jamais terá o apoio do MEC.”
Políticas educacionais
Durante o ato solene de lançamento da Conae/2014, o titular do
Ministério da Educação aproveitou para frisar ações do Governo federal no
setor, como o Brasil Carinhoso, o Plano Nacional de Alfabetização na Idade
Certa, os investimentos necessários em infraestrutura escolar para ampliar o
ensino em tempo integral e até o Programa Nacional de acesso ao Ensino Técnico
e Emprego (Pronatec), com o qual a Contee tem divergências, por discordar da
destinação de recursos públicos para a iniciativa privada sem critérios claros
de controle público dos recursos.
Mercadante também saiu em defesa da política de cotas para ingresso no ensino superior. “Cerca de 58% dos alunos brasileiros estudam em escolas públicas. Por que não destinar 50% das vagas nas universidades para eles?”, questionou. “Em 1997, os negros representavam 0,5% dos estudantes das universidades públicas. Hoje eles são 10%, o que ainda é muito pouco. Esse país precisa sim de cotas na universidade. Não há como mudar a desigualdade sem políticas de inclusão, sem ações afirmativas.”
Mercadante também saiu em defesa da política de cotas para ingresso no ensino superior. “Cerca de 58% dos alunos brasileiros estudam em escolas públicas. Por que não destinar 50% das vagas nas universidades para eles?”, questionou. “Em 1997, os negros representavam 0,5% dos estudantes das universidades públicas. Hoje eles são 10%, o que ainda é muito pouco. Esse país precisa sim de cotas na universidade. Não há como mudar a desigualdade sem políticas de inclusão, sem ações afirmativas.”
sábado, 2 de fevereiro de 2013
História de Iemanjá
IEMANJÁ
A majestade dos
mares. Senhora dos oceanos, sereia sagrada, Iemanjá é a Rainha das águas
salgadas, considerada como mãe de todos Orixás, regente absoluta dos lares,
protetora da família. Chamada também como a Deusa das Pérolas, Iemanjá é aquela
que apara a cabeça dos bebês no momento do nascimento.
Essa força da
natureza também tem um papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que
vai reger nossos lares, nossas casas. É Iemanjá que vai dar o sentido de
"família" a um grupo de pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto.
Ela é a geradora e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos, transformando-os
num grupo coeso.
Iemanjá é o sentindo
de educação que damos aos nossos filhos, os mesmos que recebemos de nossos
pais, que aprenderam com nossos avós. Ela, Iemanjá, rege até o castigo, as
sanções que aplicamos aos filhos. É o sentido básico, é a base da formação de
uma família, aquela que vai gerar o amor do pai pelo filho, da mãe pelo filho,
dos filhos pelos pais, transformando tais sentimentos num só, poderoso,
imbatível, que se perpetuará.
Iemanjá é a família!
Rege as reuniões de família, os aniversários, as festas de casamento, as
comemorações que se fazem dentro da família. É o sentido da união, seja ligado,
por laços consangüíneos, ou não.
Dentro do culto, numa
casa de santo, Iemanjá também atua organizando e dando sentindo ao grupo, à
comunidade ali reunida e transformando essa convivência num ato familiar;
criando raízes e dependências; proporcionando o sentimento de irmão pra irmão
em pessoas que há bem pouco tempo não se conheciam; proporcionando também o
sentimento de pai para filho, ou de mãe para filho e vice-versa, nos casos do
relacionamento do Babalorixás, ou Ialorixás como os Omo Orixás (filhos de
Santo).
Iemanjá também está
presente nas decisões, nos momentos de angústia e preocupação pelo ente
querido, pois seus sentimentos geram os nossos, A necessidade de saber se
aqueles que amamos estão bem, a dor pela preocupação, é uma regência de
Iemanjá, que não vai deixar morrer dentro de nós o sentido de amor de amor ao
próximo, principalmente em se tratando de um filho, filha, pai, mãe, outro
parente, ou amigo muito querido. E estendemos isso, também, às comunidades da
Religião.
Iemanjá é a
preocupação e o desejo de ver aquilo que amamos a salvo, sem problemas. É a
manutenção da harmonia do lar.
Está presente também
no nascimento, pois é ela quem vai aparar a cabeça do bebê, exatamente no
momento do seu nascimento. Se Exu fecunda e Oxum cuida da gestação, é Iemanjá
quem vai receber aquela nova vida no mundo e entregá-la ao seu regente, que
inclusive pode ser até ela mesma. Isto tem uma importância muito grande, no
sentido e na visão da Cultura Africana, sobre a fecundação e concepção da vida
humana. Iemanjá é a senhora dos lares, pois, desde o nascimento, ou a partir do
nascimento, ela cuidará da família.
Daí o titulo de Iyá
(mãe), melhor, Iyá – Ori (mãe da cabeça) e plasmadora de todas as cabeças;
aquela que gera o Ori, que dá o sentido da vida e nos permite pensar,
raciocinar, viver normalmente como seres pensantes e inteligentes.
Iemanjá está presente
nos mares e oceanos. É a Senhora das águas salgadas e será ela que
proporcionará boa pesca nos mares, regendo os seres aquáticos e provendo o
alimento vindo de seu reino. Iemanjá é a onda do mar, o maremoto, a praia em
ressaca, a marola, É ela quem controla as marés, é ela quem protege a vida no
mar.
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